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Meu namorado pegou outro na Festa a Fantasia - Parte 2

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Era chegado o dia da festa à fantasia na qual eu iria trocar de lugar com meu amigo Eduardo, que passaria a noite com meu namorado Rafael. Eu estava num misto de nervosismo e tesão quando recebi o Edu no início da noite na minha casa. Após tanto tempo sem nos vermos, nosso reencontro foi muito caloroso. Colocamos a conversa em dia enquanto tomávamos algumas cervejas. Eu até tentava dar atenção ao meu convidado, mas na minha cabeça todos os pensamentos conduziam à possibilidade de meu namorado acabar nos braços do Edu naquela noite. Eu reparava no corpo do Edu e na forma de falar dele e cada vez mais me convencia de que meu plano tinha tudo para dar certo. Antes de vê-lo, eu temia que alguma discrepância pudesse existir, mas naquele momento nós apresentávamos o mesmo porte físico e o mesmo tom de pele exatamente. Terminada a etapa de conversar sobre amenidades, o Edu e eu repassamos o plano que eu havia criado. Ele vestiria a fantasia de ninja que meu namorado esperava que eu usasse e e...

Meu namorado pegou outro na Festa a Fantasia - Parte 1

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   Eu havia passado a fantasiar muito fortemente com o Rafael beijando e até mesmo transando com outros caras. Ficava imaginando situações em que isso já pudesse ter acontecido sem eu saber, e também fantasiava com ele fazendo sexo com os ex namorados dele ou até com amigos meus. Isso havia se tornado uma espécie de tara minha, mas eu preferia não a revelar ao meu namorado. Com essas ideias secretas na minha imaginação, eu procurava sexualmente o Rafael cada vez mais e com mais tesão, e ele demonstrava muita satisfação nisso. Nosso relacionamento seguia muito bem. Na época, eu estava envolvido com uma quantidade alta de atividades na faculdade, e também havia trocado de estágio para uma empresa de porte maior. Com o aumento do estresse na minha rotina, eu acabava tendo esses pensamentos eróticos envolvendo o Rafael com uma frequência cada vez maior. Guardar isso só pra mim sem atuar de nenhuma forma estava se tornando demais para mim. Só as minhas punhetas imaginando ele com o...

Verdade ou Desafio? - Corno!

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Além de corno, motorista do comedor!

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Sou adepto ao estilo cuckold há mais ou menos uns 6 meses, e fui descobrindo aos poucos, vivenciando o que estava sentindo, e comecei a sentir prazer inclusive em coisas inusitadas como dirigir pro meu marido e seu comedor. Moramos em SP capital, e nossa antiga casa ficava há cerca de 15 minutos de carro do metrô. Então, se o comedor não tinha carro muitas vezes meu marido buscava e levava o comedor de carro até o metrô, afinal, como bom corno que sou, eu estava trabalhando, enquanto ele aproveitava a casa livre pra foder em nossa cama, deixando um cheiro impregnado de macho exatamente no meu lado da cama, inclusive deixava sujo de suor e porra e só trocava depois de me mostrar. Estava quase no horário de sair do trabalho quando recebo uma mensagem do marido: - Fui resolver umas coisas, me atrasei e acabei indo de metrô porque era ruim estacionar nos lugares que fui. Me pega no metrô daqui 1h. - Claro, já estava saindo, mas te espero! Quase 1h depois recebo uma nova mensagem: ...

Amigo Intimo – Parte 2

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  Voltei para a sala ainda com o gosto do meu amigo na boca, e isso me deixava com mais tesão, vendo os dois conversando como se nada tivesse acontecido.   Foi a vez do meu marido ir para o banho, enquanto isso fiquei conversando com meu amigo, e ele só tinha elogios, como meu marido era legal, como meu marido era receptivo, como meu marido estava bonito, e eu dando corda, bem sabia que ele queria falar como meu marido mamava bem, mas não chegou a este ponto, rs..   Quando terminou o banho meu marido saiu de toalha e passou pela sala, antes dele ir para o quarto eu o chamei e o coloquei sentado no meu colo, só de toalha, sem nada por baixo, e comecei a falar para ele que meu amigo estava o elogiando e isso me deixava feliz, que ele era um bom marido, que me tratava como eu merecia.   Meu amigo comia ele com os olhos de maldade e ria de canto como quem pensa “trata como merece, te mete o galho cornão”.   Todos limpos e já altas horas da madruga, ch...

Corno frouxo, comedor de família!

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O despertar de um Corno

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Essa história tem quase 10 anos, então naquela época não havia Uber nem apps para chamada de transporte privado, então ou você ligava na central de táxis, ou tinha o telefone de algum ponto e agendava com um taxista de confiança. Sempre utilizei os serviços de táxi do ponto localizado no complexo empresarial que eu trabalhava na época. Na maior parte das vezes minha necessidade não era de locomoção, apenas transporte de objetos emergenciais (o que acontecia quase todos os dias) para filiais da empresa em São Paulo e interior. No começo eu ia e voltava com o taxista, depois de algumas dezenas de viagens, já tinha construído uma relação de coleguismo e confiança com dois taxistas. Algumas dessas viagens levavam o dia todo e atrapalhava minha rotina. Certo dia, em meio as muitas tarefas que eu precisava realizar naquela manhã, eu já tinha trocado SMS com um dos taxistas de confiança pedindo pra me encontrar no local habitual às 10h. Eu me preparava pra sair, surge nova emergência...